Para camisetas, uniformes e tecidos em geral. Envie PNG ou PDF e o sistema calcula o valor automaticamente.



Confira resolução, fundo, transparências, espessura dos detalhes e tamanho da arte antes de continuar.
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Organize as artes para aproveitar a folha antes de continuar.
⇄ Auto-aparo de transparência ativo · o PDF é medido pela arte, não pela página
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Proporção preservada
Preparar a arte
Ajuste sua imagem para o melhor resultado na impressão.
A moldura aparece pronta: arraste o meio para mover e os cantos para redimensionar. As bordas vazias já são cortadas sozinhas ao enviar.
Níveis de saída
baixar o branco tira o extremo: o ponto mais forte deixa de pedir tinta cheia
O gráfico é a contagem de tons da sua arte: à esquerda o escuro, à direita o claro. Onde ele estiver vazio não há tom nenhum — e é justamente aí que o ponto preto e o ponto branco devem encostar. Fazendo isso, o que era um cinza sem graça volta a ter preto de verdade e branco de verdade.
Meio-tom empurra só os tons do meio, sem mexer nas pontas: acima de 1,00 clareia, abaixo escurece. É o controle a usar quando a arte está certa nas pontas mas escura ou clara demais no miolo.
Inverter troca claro por escuro. Serve para peça escura: o que era sombra vira luz, e é a luz que a impressora deposita em branco sobre o tecido escuro.
Faça isto ANTES do halftone. A retícula lê o tom de cada pixel para decidir o tamanho do ponto; mexer no tom depois de reticular já não muda o ponto que foi desenhado, e mexer no tamanho trava — o halftone tranca a medida.
satura o que está apagado e poupa o que já está forte — é o que preserva tom de pele
Mexa nos controles e veja na arte; nada muda de verdade até clicar em Aplicar ajustes. Zerar devolve os três ao meio e tira a prévia.
Saturação no mínimo deixa a arte em tons de cinza — é o caminho para estampa de uma cor só. Contraste ajuda a separar o desenho de um fundo lavado antes de usar o conta-gotas.
Faça isto antes do halftone e do remover fundo: os dois leem a cor dos pixels, e mudar a cor depois muda o que eles fizeram. A transparência não é tocada — o que já está recortado continua recortado.
Para a impressão
Otimize sua arte com ferramentas de qualidade profissional.
Reconstrói borda e contorno no servidor, a partir do pixel que a arte tem. Serve para qualquer arte, inclusive foto e desenho com sombra, e não mexe nas cores: o desenho continua o mesmo, só mais nítido. Leva de 2 a 5 segundos.
O tamanho em centímetros não muda — o que muda é quantos pixels existem dentro dele. Se não ficar bom, use o Voltar ao original do rodapé.
Estas são as cores sólidas da arte — o meio-tom da borda foi agrupado na cor a que pertence. Clique numa cor para apagá-la: ela vira fundo transparente. Clique de novo para trazer de volta. Para tirar o fundo do vetor, clique no quadradinho marcado FUNDO — é o que encosta na moldura da arte.
São duas ferramentas, e é de propósito. Apagar uma cor na paleta é a grossa: some com aquela cor na arte inteira, inclusive o branco que estiver dentro do desenho. A varinha, acima, é a fina: some com uma mancha, a que você clicou, seja da cor que for e esteja onde estiver — é para o carimbo que veio junto, a sombra solta, o pedaço que não é para imprimir. Os tons quase iguais que a compressão do arquivo partiu em dois já vêm juntos: a fusão é automática, e a cor que fica é a de maior área.
Redesenha a arte como formas de cor chapada, com borda exata em qualquer tamanho. Traço devolve uma silhueta de uma cor só, na cor dominante da arte; Cores chapadas é o uso comum; Detalhado guarda mais tons.
O número de cores não é mais escolhido aqui. Arquivo que passou por JPEG chega com centenas de tons por causa do ruído de compressão, e sem reduzir isso o traçado sai manchado — medido num logo comum: 84 cores e 91 formas sem limite, contra 8 cores e 20 formas pedindo 8. Só que acertar esse número olhando a arte não é possível, e errar para baixo apagava uma cor do desenho sem avisar. Quem conta agora é a própria prévia, e o resultado aparece na paleta acima — onde você ainda manda, clicando para apagar a cor que não quer.
Ver prévia analisa a arte sozinho, na primeira vez de cada alteração: mede quantas cores cobrem a maior parte do desenho, quanto ruído de JPEG ele tem, qual é o traço mais fino e quanto do contorno é curva, e acerta os controles abaixo antes de traçar. Depois disso o que vale é o que estiver na tela — mexa à vontade em Detalhe e Suavização e peça a prévia de novo, que os seus valores ficam. Mexeu na arte (girou, recortou, tirou o fundo)? Aí a conta é refeita, porque a arte é outra.
O motor é nosso, e é um só. Ele percorre a borda dos pixels, lê no nível de cinza onde a linha passa de verdade dentro de cada pixel, acha os cantos, manda reta o que é reta e ajusta a curva que passa em cima do contorno — como alguém clicando com a caneta. Reconhece também quando a forma é um círculo ou uma elipse, e aí ela sai exata em vez de aproximada. Havia cinco motores para escolher aqui até 12/09/2026; os outros quatro saíram porque perderam na medição contra um vetor de referência, e porque escolher entre cinco não era escolha, era adivinhação.
Traçado fino dobra a arte antes de traçar: mais pixels definem a letra, e o terminal reto de uma fonte pequena sobrevive. Medido num logo de cliente, o R, o E e o A saem com a ponta arredondada no normal e voltam retos no fino. Custa uns dois segundos a mais e um arquivo bem maior — use quando houver texto pequeno.
Detalhe mínimo é o tamanho da menor mancha que sobrevive: baixo guarda linha fina — e também o ruído do JPEG; alto limpa a sujeira — e come acabamento. Suavização é o quanto a curva arredonda o contorno: baixo segue o pixel de perto e a escadinha aparece; alto arredonda o canto.
Não existe valor certo para toda arte — por isso eles ficam à mão. A prévia mostra o resultado antes de aplicar e acompanha cada ajuste; só o Aplicar mexe na arte. Os valores de fábrica são 4 e 40.
Vetorizar agrupa as cores. Em arte com sombra ou degradê o resultado fica com cara de pintura a óleo — ali o caminho é Melhorar resolução. Confira antes de fechar o pedido; o Voltar ao original desfaz.
O servidor acha o objeto sozinho. É o melhor caminho para foto, e o único que dá conta de fundo que não é de uma cor só.
Mais preciso usa um serviço de fora, que costuma acertar melhor a borda de detalhe fino — franja, pelo, traço solto. A arte é enviada para lá e apagada em seguida. Leva uns 5 segundos.
Vai sair 0% da arte se clicar aí.
Clique num pedaço do fundo e só aquela mancha ligada sai — o branco de dentro do desenho fica. É a diferença para o conta-gotas, que tira a cor da arte inteira. Pode clicar em vários pedaços seguidos.
Alcance é o quanto a cor pode variar e ainda entrar na mancha: pouco alcance para no primeiro tom diferente, muito alcance atravessa o desenho e leva a arte junto. Com a varinha ligada, passe o mouse sobre a arte sem clicar: a mancha que sairia fica destacada e o número acima diz quanto da arte ela pega.
Some com a cor escolhida na arte inteira — inclusive dentro do buraco do “A” e do “O”, que é o que se quer num transfer. Tolerância é o quanto a cor pode variar e ainda contar como fundo: suba se o fundo tiver chuvisco de JPEG.
É a largura, em pixels, da faixa de borda que sai aos poucos — 0 dá corte seco e serrilhado; 2 costuma bastar. Só a faixa que encosta no fundo é tocada, então branco no meio do desenho não some junto.
Essa faixa macia vale enquanto você edita: ela é o que posiciona a borda direito. Ao salvar, a transparência é resolvida em tudo ou nada, porque em DTF a impressora manda branco por baixo de qualquer pixel que não seja totalmente transparente — a faixa macia imprimiria como halo claro em volta do desenho. O contorno que fica é o do meio da faixa, que é onde ela já dizia que a borda estava.
Confira o contorno antes de salvar. Em cabelo, franja e fumaça os modos dão resultados diferentes — vale olhar antes de fechar o pedido.
Para a sujeirinha que os outros modos deixam passar: um ponto solto, uma sombra no canto, um resto de moldura. Arraste sobre a arte e o que passar debaixo do círculo sai por inteiro — não fica meio apagado, porque em DTF transparência pela metade imprime branco por baixo.
Desfazer traço volta o último arraste, e só ele. Para desfazer tudo, o Voltar ao original do rodapé continua valendo.
abaixo desse tom não sobra tinta nenhuma
o ponto encolhe até sumir ao longo dessa faixa
o escuro pesado pede menos tinta; o claro não muda
O pixel que quase não tem arte gera um ponto de frações de milímetro — e a prensa não reproduz isso como ponto: sai como sujeira espalhada, gastando tinta e endurecendo a peça sem desenhar nada. Estes dois controles cortam essa cauda.
Onde a sombra some é o piso: abaixo desse tom não fica tinta nenhuma. Suavidade do corte é a faixa logo acima, em que o ponto volta encolhido em vez de aparecer de uma vez — sem ela o corte deixa um degrau visível no degradê, que é justamente o que a retícula existe para evitar.
Os dois nascem em Nada, então a arte sai como sempre saiu até você mexer. Os presets de peça, na seção Halftone, ligam os dois em 12% e 10%.
Isto age só sobre o que vira ponto. A área chapada do desenho não é tocada, seja qual for o corte.
Defina o tamanho antes do halftone. A retícula é calculada para o tamanho impresso, na finura que você escolher logo abaixo. A célula se ajusta sozinha à resolução que a arte tem, mas esticar a peça depois estica os pontos junto.
É o tamanho com que a peça vai para a folha. Os pixels não mudam — a arte não é reamostrada. Muda quantos centímetros esses mesmos pixels vão ocupar, e com isso o DPI de impressão. A proporção fica presa: mexeu num, o outro acompanha. Vale ao sair do campo ou apertando Enter. Girar e recortar já ajustam sozinhos.
O DPI ao lado é o da medida escolhida — é ele que a lista de artes usa para avisar se a peça vai sair fraca, e é dele que sai a célula do halftone. Diminuir a medida sobe o DPI sem inventar pixel nenhum. Se a arte já tiver sido ampliada alguma vez, aparece a resolução real ao lado, que é a que vale.
ponto de 0,73 mm impresso
Pegue a cor que deve sair — em arte sobre fundo branco, o branco. Ela é medida em todos os pixels, não só onde aparece pura: onde ela está misturada com a arte, a parcela dela sai e o que resta vira ponto do tamanho da cor que sobrou — grande no escuro, pequeno no claro. É o Intervalo de Cores do Photoshop. A arte chapada continua chapada. A finura você escolhe abaixo; o ângulo da grade é procurado perto dos 25° entre os que caem exatos na malha de pixels, que é o que evita o desenho fantasma (moiré) na peça.
Tolerância é o quanto a cor pode variar e ainda sair por inteiro. Ela começa em zero, e não é engano: o fundo sai do mesmo jeito (onde não há arte não há ponto para desenhar), e em troca os tons mais claros do desenho continuam existindo em vez de sumirem junto. Suba-a só se sobrar sujeira do fundo.
Tinta é o teto do ponto: quanto o pedaço mais escuro chega a cobrir. Em 100% o desenho sai fiel; abaixo disso o mesmo desenho sai com menos tinta e a peça fica mais macia.
As cores chapadas do desenho são reconhecidas sozinhas e ficam inteiras, seja qual for o tom — e as sombras e degradês continuam virando ponto, que é para isso que a retícula serve. Se uma cor sua sair pontilhada sem você querer, é no Proteger que se mexe — não na Tinta.
Para reticular um tom claro que sai inteiro — um cinza quase branco chapado, por exemplo — arraste o Proteger todo para a esquerda, até dizer "Nada": é ali que o reconhecimento de cor chapada se desliga e tudo o que não saiu vira ponto. Com a Tolerância em zero, que é como ela começa, esse é o único ajuste que falta.
Ver seleção mostra na arte o que a cor pegou, antes de virar ponto: hachurado é o que sai por inteiro, o degradê quente é onde ela está misturada — e o tom diz quanto de arte sobrou ali, que é o que vira o tamanho do ponto —, e o resto é a arte cheia, que fica chapada.
O que fica entre os pontos é o tecido: só rende se a cor contrastar com a da peça. Área grande de DTF chapado endurece o tecido, e é isso que a retícula alivia — mas quem decide o que é desenho e não deve abrir é o Proteger.
a moldura come a borda do desenho — não acrescenta tinta nenhuma
a espessura da tarja — abaixe se a moldura estiver comendo demais. Ela sempre alcança as quatro bordas.
carregando as molduras…
Escolha uma moldura e veja na arte; nada muda de verdade até clicar em Aplicar moldura. Tirar desfaz a escolha e limpa a prévia.
Recorta a arte não acrescenta tinta: a borda do desenho é comida pela moldura e vira filme não impresso. Pinta por cima acrescenta — em DTF, branco é tinta como qualquer outra cor. Faça a moldura por último, depois do halftone.
Verifique o tamanho e a resolução antes de enviar para impressão.
Arraste na tela para mover, e os cantos para redimensionar. Dois cliques no texto para escrever direto nele. Shift + clique marca mais de um, para agrupar. Delete apaga o selecionado.
A arte sai em 300 DPI, cortada no conteúdo — sobra vazia não vira metragem — e com a borda já endurecida, que é o que o DTF pede: transparência parcial imprime branco por baixo e vira halo em volta do desenho. A área acompanha o desenho até 58 cm.
Escolhidos para estampa, na variante cheia — ícone de traço fino some na prensa.
PNG com fundo transparente é o que rende melhor. PDF entra e é desenhado no tamanho final, sem borrar — mas o que sai desta janela é sempre imagem. Para imprimir o PDF como vetor, use o envio normal da página.
Selecione um texto na tela para mudar a fonte, o corpo e o espaçamento — ou clique em Texto, ali em cima, para criar um.
Seu texto
Fonte
Estilo
Efeitos
O contorno sai chapado, que é o que o DTF pede: a impressora manda branco por baixo de qualquer pixel que não seja totalmente transparente, então meio-tom de borda viraria halo em volta da letra.
Selecione uma imagem, um ícone ou um logo na tela para mudar o tamanho dele. A altura das letras fica em Texto e fonte.
A altura acompanha, para não distorcer.
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